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Para ressaltar a Parte 3!

9 Propôs também esta parábola a alguns que confiavam em si mesmos, por se considerarem justos, e desprezavam os outros: 10 Dois homens subiram ao templo com o propósito de orar: um, fariseu, e o outro, publicano. 11 O fariseu, posto em pé, orava de si para si mesmo, desta forma: Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros, nem ainda como este publicano; 12 jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho. 13 O publicano, estando em pé, longe, não ousava nem ainda levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, sê propício a mim, pecador! 14 Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque todo o que se exalta será humilhado; mas o que se humilha será exaltado.” (Lucas 18.9-14)

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A base da justificação: Jesus Cristo

No post anterior, vimos que Deus não nos declara justos com base nas nossas obras ou porque obedecemos à Lei.

Mas se é assim, como podemos ser salvos? Sobre que base Deus nos declara justos? A base da nossa justificação é Jesus Cristo.

No texto, vemos que os dois estão fazendo suas orações. As orações particulares no Templo eram feitas durante o sacrifício expiatório, ou seja, quando o cordeiro era morto pelos pecados do povo.

Durante esse momento, o fariseu não pede perdão pelos pecados, ao contrário, ele exalta sua justiça própria: ele não jejua uma vez no ano, conforme a Lei, mas duas vezes na semana; não dá o dízimo de certas colheitas, mas de tudo quanto ganha. Ele pensa que Deus vai justificá-lo com base na obediência à Lei. Ele não se lembra do texto de Is 64.6: “todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças, como trapo da imundícia”.

O publicano, ao contrário, não tem méritos. Ele bate no peito demonstrando convicção, dor, angústia extrema pelo pecado. Ele fica de longe, não se aproxima do altar onde era oferecido o cordeiro. Ele ora para que Deus perdoe seus pecados, porque o cordeiro foi morto no seu lugar.

Nós conhecemos quem é o Cordeiro de Deus: Jesus Cristo. Deus nos declara justos com base na vida e obra de Jesus Cristo.

O que significa dizer que Cristo é a “base” da justificação? Todo juiz[1] precisa de uma fundamentação legal pra proferir sua decisão. O juiz olha pra lei e se o réu está dentro dela, ele é inocentado. Se ele quebrou algum ponto; é condenado.

Deus faz assim. Ele olha para a Sua santa, perfeita, pura Lei. Então olha pra nós. O que ele vê? Culpados de termos desobedecido toda a Lei (Tg 2.10). Por isso, por nós mesmos, merecemos a condenação.

Se estamos condenados e não conseguimos nos salvar, precisamos que alguém nos liberte. Precisamos que alguém cumpra a Lei perfeitamente no nosso lugar. E também precisamos que alguém sofra a condenação que cabe a nós. É isso que Jesus Cristo fez. Ele cumpriu toda a Lei e sofreu a punição da quebra da lei por causa dos nossos pecados[2].

O que Deus faz na justificação? Ele olha para o pecador e vê total desobediência a sua Lei. Mas Ele olha pra Cristo e vê no Filho o cumprimento perfeito da sua Lei. O que Deus faz? Há uma troca: Deus atribui a justiça perfeita de Cristo a nós. E atribui nossos pecados a Cristo[3].

Em sua vida, Jesus Cristo encarnou a Lei de Deus obedecendo-a perfeitamente em nosso lugar, algo que não conseguimos. Em sua morte, Jesus Cristo sofreu a punição pelos nossos pecados, algo que não suportaríamos. O maior sofrimento de Jesus Cristo na cruz não foi a dor física causada pela tortura, mas foi beber o cálice da ira de seu Pai Celestial por causa dos pecados de seu povo.

Em seu tribunal, Deus olha para o pecador e vê total desobediência a Lei e merecedor da condenação. No entanto, Jesus Cristo coloca-se diante de Deus e diz: “Eu cumpri a lei no lugar dele. Eu sofri a condenação que ele merecia.” Então Deus diz ao pecador: “Se o meu Filho cumpriu minha Lei no seu lugar e sofreu a condenação que você merecia, então eu te considero justo por causa do meu Filho.”

Por isso Deus fundamenta a sua decisão de nos justificar com base em Jesus Cristo. Nós somos considerados justos não por causa da nossa obediência, ou do nosso procedimento, ou porque somos “bonzinhos”, mas por causa da obediência de Jesus no nosso lugar e porque ele sofreu a penalidade pela quebra da Lei que caberia a nós!

O Evangelho é Jesus Cristo: a boa nova de que Deus enviou seu Único Filho para salvar seu povo!

No entanto, alguns dizem que Jesus veio somente para nos ensinar uma boa moral, ou para ser um exemplo a ser seguido, porque desse jeito nós podemos nos salvar. Não existe visão mais errônea, anticristã e antibíblica do que esta.

Quem já leu qualquer porção dos evangelhos deve ter notado que Jesus Cristo é chamado de Salvador. E isso tem uma razão: ele, de fato, salva!

Imagine um salva-vidas, numa praia, com sua sunga vermelha e óculos escuros, sentado naquela cadeira lá no alto. De repente ele vê uma pessoa se afogando no mar. Então, sem mexer um músculo sequer, ele começa a gritar: “Calma!! Respira fundo!! Você está morrendo, mas eu vou te ensinar a se salvar! Olha só, você tem que bater os braços! Bata as pernas! Você consegue, vai lá!! É só prestar atenção no que eu estou ensinando!”

Que belo salva-vidas, não? Ora, o salva-vidas carrega esse nome porque ele mergulha no mar, segura a pessoa, nada pela pessoa e a salva!!

Jesus Cristo é chamado de Salvador porque ele salva[4]! Ele mergulha em nossa existência, retira-nos do mar do pecado e da morte, faz o que não conseguimos e nos salva!!

Portanto, arrependa-se do seu orgulho de achar que você merece a salvação por causa de suas atitudes, comportamentos, boas obras. Pare de exaltar sua justiça própria, porque você não tem. Agarre-se na justiça gratuita oferecida em Cristo Jesus!

A base da justificação é Jesus Cristo. Mas de que maneira recebemos a justiça de Cristo? Próximo post.


[1] Lembre-se que “justificação” é um termo forense.

[2] “Todo aquele que pratica o pecado também transgride a lei, porque o pecado é a transgressão da lei.” (1 João 3.4)

[3] “Mas ele foi transpassado por causa das nossas transgressões, foi esmagado por causa de nossas iniquidades; o castigo que nos trouxe paz estava sobre ele, e pelas suas feridas fomos curados.” Isaías 53.5

[4] Mateus 1.21; Lucas 2.11; João 4.42

9 Propôs também esta parábola a alguns que confiavam em si mesmos, por se considerarem justos, e desprezavam os outros: 10 Dois homens subiram ao templo com o propósito de orar: um, fariseu, e o outro, publicano. 11 O fariseu, posto em pé, orava de si para si mesmo, desta forma: Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros, nem ainda como este publicano; 12 jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho. 13 O publicano, estando em pé, longe, não ousava nem ainda levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, sê propício a mim, pecador! 14 Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque todo o que se exalta será humilhado; mas o que se humilha será exaltado.” (Lc 18.9-14)

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A fonte da justificação: A Graça

Por que a justificação pela fé ofende o nosso orgulho? Porque a fonte da justificação é a graça de Deus.

Veja que o publicano pede a Deus algo que ele não merece: que Deus seja propício.

O publicano reconhece que é “o pecador” (no grego há um artigo definido antes da palavra “pecador”, dando ênfase a este substantivo). Ele sabe que seu pecado é uma ofensa a Deus e que ele merece a justa punição divina: a ira de Deus.

Sua convicção de pecado e senso de indignidade é tal que ele, em sua oração, nem deseja levantar os olhos ao céu, que era a posição típica de orar. A dor e tristeza pelo pecado e o desespero por causa da sua situação é tão grande que ele bate no peito! Ele toma consciência da sua situação e pede que Deus perdoe seus pecados e  que a ira de Deus seja desviada, aplacada, impedida. Ele tão somente confia na misericórdia de um Deus perdoador. Em outras palavras, o publicano pede que Deus seja favorável, que seja propício.

O publicano sabe que merece a ira de Deus, no entanto pede algo que ele não merece: que Deus seja favorável. Ele está pedindo a Deus um favor imerecido. Isso é graça.

O que significa dizer que a “fonte” da justificação é a graça de Deus? Vamos supor que um amigo chegue até você e te dá um pacote. O seu amigo tomou esta iniciativa. Então você abre o pacote e se depara com algo que você gosta muito. Então você pergunta: “Espera aí: nem é meu aniversário! O que eu fiz pra merecer isso?” e seu amigo responde: “Você não fez nada. É um presente.”

É assim com a justificação: Deus dá, entrega, cede gratuitamente, concede, nos presenteia com a justificação.

Assim como o fariseu, nós temos uma noção de que precisamos fazer alguma coisa para merecer o favor de Deus. Então nós contamos nos dedos o que fizemos e exigimos de Deus que ele nos salve com base em nossas obras.

Por que a justificação ofende nosso orgulho? Porque é um ato da graça de Deus. É um presente. Nada procede de nós, quem toma a iniciativa na justificação é Deus. Não fazemos nada para merecer a justificação, ela não é meritória; é gratuita. Por nós mesmos não merecemos a justificação, merecemos condenação. Mas Deus nos dá o que não merecemos, porque é gracioso e rico em misericórdia.

Esse é um ponto escandaloso da justificação pela fé somente: nós não somos merecedores da salvação. Nós não expiamos o nosso próprio pecado. Nós não nos salvamos. Deus gratuitamente a salvação. Por que Ele faz isso?

Se cada um avaliar sinceramente a própria vida e consciência à luz das exigências da Lei, vai perceber que quebrou algum mandamento de Deus. Por isso, nós somos culpados diante de Deus.

Se todos nós estamos nesse estado de culpa diante de Deus e, portanto, merecemos a punição pela quebra da lei, o que temos que fazer para mudarmos desse estado de condenação (culpa) para um estado de justificação (inocência)? Será que nós somos os agentes causadores dessa alteração, por nossos próprios esforços, nosso próprio mérito ou por meio da obediência à Lei (como pensava o fariseu)? Absolutamente não. Nós não causamos a nossa justificação. Nós não nos salvamos da condenação.

Por que não nos salvamos? Porque somos pecadores. Não está em nós o poder de mudar nosso estado de condenação/ justificação ou culpa/inocência.

Uma árvore cujas raízes estão podres, não pode produzir frutos por si mesma. Um rio cuja fonte está poluída, não pode limpar o seu leito por si mesmo. Da mesma maneira é com o ser humano: ele está podre e poluído por dentro e não pode produzir algo que mereça a aprovação de Deus (Mt 15.19).

Por isso que a conformidade com a Lei não provoca mudança do nosso estado de culpado para inocente. A obediência à Lei não causa a nossa salvação. Em outra palavras, nós não nos salvamos (ou expiamos nosso pecado) se obedecemos à Lei de Deus. Aliás, este nunca foi o propósito da Lei de Deus.

Por isso o publicano pediu o favor de Deus. Por isso Deus a salvação. Por isso a justificação é gratuita.

O publicano percebeu sua condição desesperadora e a única coisa que podia fazer era pedir a misericórdia divina e confiar em Deus. E você? Continuará confiando em si mesmo?

Arrependa-se do seu orgulho. Reconheça que você é pecador. Reconheça que o seu pecado é uma ofensa a Deus. Reconheça a sua insuficiência e incapacidade em salvar-se. Peça a Deus por misericórdia. Confie no Deus Todo-Poderoso que é rico em amor e graça.

Se Deus, exercendo seu papel de juiz, não bate o martelo e declara a nossa inocência com base nas nossas “boas” obras, nossas ações, nosso comportamento, nossa atitude… sobre que base Deus nos justifica? No próximo post.

9 Propôs também esta parábola a alguns que confiavam em si mesmos, por se considerarem justos, e desprezavam os outros: 10 Dois homens subiram ao templo com o propósito de orar: um, fariseu, e o outro, publicano. 11 O fariseu, posto em pé, orava de si para si mesmo, desta forma: Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros, nem ainda como este publicano; 12 jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho. 13 O publicano, estando em pé, longe, não ousava nem ainda levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, sê propício a mim, pecador! 14 Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque todo o que se exalta será humilhado; mas o que se humilha será exaltado.” (Lc 18.9-14)

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Introdução

Vamos iniciar o assunto proposto no post anterior dando uma olhada geral no texto.

No contexto imediato da parábola, Jesus estava indo até Jerusalém para enfrentar o clímax de sua humilhação: a morte na cruz. E durante sua viagem ele responde vários questionamentos e conta várias parábolas.

Nesta parábola Jesus pinta uma cena de dois homens indo até o templo de Jerusalém para adoração pública e fazer suas orações particulares. Algo comum em sua época.

Um era o religioso legalista e rigoroso, tido como modelo de piedade e obediência à Lei[1], o fariseu; o outro era um cobrador de impostos, tido como corrupto e pecador, o publicano.

Nesta parábola, Cristo ensinou que Deus justificou um pecador (o publicano) somente por meio da fé e não porque ele obedeceu à Lei.

Justificar significa “declarar justo”. É uma linguagem forense, judicial. É um ato declarativo de Deus. Deus está no seu papel de juiz, no qual ele condena ou justifica (inocenta) o pecador.

Nesta parábola nós aprendemos que o pecador é justificado e tornado filho de Deus somente pela Graça, somente por causa de Cristo e somente por meio da Fé. Esta é a doutrina da justificação pela fé somente. Este é o coração do Evangelho.

O problema do ser humano: Justiça Própria

Apesar de ser o coração das Boas Novas de Deus, a justificação pela fé somente é extremamente ofensiva, pois ataca o grande problema do ser humano: confiança na justiça própria.

Veja que o assunto dessa parábola é justiça, em especial justiça própria. Jesus conta esta parábola àqueles que “confiavam em si mesmos, por se considerarem justos” (v. 9), ou seja, essas pessoas achavam que estava tudo bem com elas porque cumpriam os preceitos da Lei (consideravam-se justas), cumpriam seus deveres religiosos, e por isso tinham motivos para confiarem em si mesmas. Resumindo: eram moralistas.

O moralista é aquele que se convence de que está numa posição correta diante de Deus porque suas obras, sua obediência à Lei de Deus (sua justiça), é capaz de tornar Deus favorável a ele. Ele acha que possui méritos diante de Deus.

A ideia que o moralista tem é que Deus possui uma listinha de crédito (méritos) em uma mão e de débito (pecados) na outra mão. Se você cumpre algum preceito da Lei: ponto positivo! Se você desobedece: ponto negativo. No final das contas, Deus vai comparar as duas listas. Se a lista de crédito for maior que a de débito… BINGO! Entra no céu! Se for o contrário… bem… as opções são muitas… vai depender da cosmovisão. Algumas dizem que você fica numa espécie de antessala do céu (purgatório), outras vão dizer que você tem que viver tudo de novo pra compensar seus erros na vida passada. De qualquer maneira o pressuposto é o mesmo: se você obedece a Lei , então você tem méritos diante de Deus, portanto, você pode expiar (cancelar) seus próprios pecados. Logo, você é capaz de salvar a si mesmo.

O moralista também pensa que está numa posição correta diante de Deus, simplesmente porque existem outras pessoas que são mais pecadoras do que ele. Ele aponta para os pecados dos outros e se convence de que o pecado dele não é tão grave assim. Os outros é que merecem ser condenados.

É mais ou menos assim: “Eu nunca matei ninguém! Nunca roubei ninguém! Eu tenho uma boa família, sou honesto, sou trabalhador! Eu sei que não sou perfeito, mas existem pessoas muito piores do que eu!!”

Estas são, exatamente, as atitudes do fariseu. Ele se separa dos outros adoradores, fica sozinho (que é um dos sentidos de “de si para si mesmo” no v.11), mostrando seu desprezo pelo restante dos homens, julga o próximo e confia nos próprios méritos. Isso é exaltação própria, confiança em si mesmo, confiança em justiça própria, soberba, orgulho.

Esse é o nosso problema. Nós julgamos o próximo, confiamos em nós mesmos. Nos orgulhamos do nosso conhecimento, da nossa teologia, da nossa santidade, dos nossos dons. Temos orgulho até da nossa humildade.

O orgulho é tão profundo em nós que podemos analisar a atitude do fariseu e a sua oração egocêntrica de diversas maneiras e apontar vários pontos em que ele errou. E, no final de todas as críticas, nós pensamos assim: “Ó Deus, graças te dou, porque eu não sou como esse fariseu!”

O primeiro passo para que você entenda a justificação pela fé somente é reconhecer o seu pecado. Reconheça que você é um moralista, orgulhoso, autossuficiente: você confia no seu desempenho, na sua religiosidade, na sua moralidade, na sua justiça própria, na sua própria salvação. Além disso, você julga os outros. Arrependa-se do seu orgulho.

Por que a justificação pela fé machuca nosso orgulho? Resposta: no próximo post.


[1] Utilizarei “Lei” para me referir à Lei Moral de Deus resumida nos Dez Mandamentos.

 9 Propôs também esta parábola a alguns que confiavam em si mesmos, por se considerarem justos, e desprezavam os outros: 10 Dois homens subiram ao templo com o propósito de orar: um, fariseu, e o outro, publicano. 11 O fariseu, posto em pé, orava de si para si mesmo, desta forma: Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros, nem ainda como este publicano; 12 jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho. 13 O publicano, estando em pé, longe, não ousava nem ainda levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, sê propício a mim, pecador! 14 Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque todo o que se exalta será humilhado; mas o que se humilha será exaltado.” (Lc 18.9-14)

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A doutrina ensinada por Jesus nesta parábola é importantíssima. É simplesmente o coração do Evangelho. É exatamente o conteúdo das Boas Novas (no grego: euangellion).

Ela é tão essencial que João Calvino disse que esta doutrina “é o ponto sobre o qual a religião cristã se sustenta”. Martinho Lutero disse que esta doutrina é “o artigo pelo qual ou a igreja se firma ou cai”.

Essa doutrina é a justificação pela fé somente.

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Lutero e Calvino não exageraram. Sem a justificação pela fé não há Cristianismo. Não há perdão dos pecados. Não há relacionamento com Deus. Não há salvação. E creio que o evangelicalismo está se afastando desse fundamento.

Nesta série de posts, pretendo abordar cinco tópicos da doutrina da justificação pela fé a partir da parábola acima:

1º) O problema do ser humano: Justiça Própria

2º) A fonte da justificação: A Graça

3º) A base da justificação: Jesus Cristo

4º) O meio da justificação: A fé

5º) O resultado da justificação: Adoção e Paz com Deus

Obviamente não será uma exposição completa da doutrina. Quem quiser saber mais, sugiro que leia a carta de Paulo aos Romanos[1]. Tente lê-la de uma só vez, numa só sentada (é assim que se lê uma carta!) para ter um panorama geral desta epístola[2].

Não fique empacado nas partes difíceis, tentando desvendar o que o apóstolo quis dizer com tal frase ou palavra! Lembre-se do que o apóstolo Pedro escreveu: “… o nosso amado irmão Paulo vos escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada, ao falar acerca destes assuntos, como, de fato, costuma fazer em todas as suas epístolas, nas quais há certas coisas difíceis de entender, que os ignorantes e instáveis deturpam, como também deturpam as demais Escrituras, para a própria destruição deles.” (2Pe 3.15-16) Portanto, cuidado para não deturpar as Escrituras! :)

Depois que ler a carta toda, concentre-se nas seguintes passagens, que é a maneira pela qual o apóstolo Paulo desenvolve sua argumentação: 1.16–3.20 (necessidade da justificação pela fé), 3.21–5.21 (o que é a justificação pela fé) e 6.1–8.39 (consequência da justificação pela fé, ou santificação).

Quem quiser se aprofundar mais, sugiro dois livros:

- CALVINO, João. As Institutas: edição clássica. 2. ed. São Paulo: Cultura Cristã, 2006. v. 3.  (a partir do capítulo XI)

- MACARTHUR Jr. , John. Justificação pela fé somente. São Paulo: Cultura Cristã, 1995

No próximo post começaremos com o pano de fundo da parábola e com o 1º tópico.

Fiquem na Paz do Redentor!

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[1] Creio profundamente que Deus fala por meio do texto bíblico. “A justiça de Deus se revela no evangelho” (Rm 1.17) e Deus deixou seu evangelho registrado nas Escrituras Sagradas do Antigo e Novo Testamentos.  Por isso a necessidade principal é irmos até a Bíblia!

[2] Claro que estou pressupondo que você ore pedindo a orientação do Espírito Santo. A tarefa de interpretar a Bíblia é dupla: oração e estudo (orare et labutare)!

Este é o diário de David Brainerd, um missionário americano que viveu no século XVIII. Brainerd foi chamado por Deus para pregar o evangelho aos índios americanos. Em seu diário ele revela seu amor por Cristo, suas dificuldades no ministério, alegrias, suas terríveis crises de depressão, sua total devoção e desejo pelo avanço do reino de Cristo no mundo. Sem dúvida, ele apresentou-se a “Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.” (2Tm 2.15)

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Jonathan Edwards, que foi sogro de David Brainerd e publicou este diário, diz:

Na vida de David Brainerd, segundo entendo, podemos perceber a natureza da verdadeira religião cristã, e também como ela opera, quando exemplificada num alto grau e numa poderosa prática de vida.[1]

Este é um livro devocional que deve ser lido devagar com muita reflexão. Se você NÃO quer ser confrontado a viver uma vida piedosa, deleitando-se da doçura da presença de Deus (como diria Brainerd), então este livro NÃO é para você.

2 de outubro de 1747. Hoje, por várias vezes, minha alma se sentiu docemente ligada a Deus, e anelei estar com Ele, a fim de poder contemplar a sua glória. [...] Quisera que o seu reino viesse a este mundo, para que todos pudessem amá-Lo e glorificá-Lo por aquilo que Ele é em Si mesmo, e para que o bendito Redentor pudesse “ver o penoso trabalho de sua alma, e ficasse satisfeito”. Oh, Senhor Jesus, vem prontamente! Amém.” [2]

EDWARDS, Jonathan. A vida de David Brainerd. 2. ed. São Paulo: Editora Fiel, 2005.


[1] p. 229.

[2] p. 226.

“Comportemo-nos com decência, como quem age à luz do dia, não em orgias e bebedeiras, não em imoralidade sexual e depravação, não em desavença e inveja. Pelo contrário, revistam-se do Senhor Jesus Cristo, e não fiquem premeditando como satisfazer os desejos da carne.” (Rm 13.13-14)

Gosto muito da carta de Paulo aos romanos. Foi por meio dela que aprendi a respeito da soberania de Deus na salvação. A maneira com que o apóstolo expõe conceitos teológicos (eleição, justificação, adoção, santificação etc.) e demonstra que essas doutrinas não estão dissociadas da vida cristã diária é simplesmente formidável.

A história da Igreja está intimamente ligada a esta carta. Santo Agostinho, um dos maiores teólogos-filósofos da história da Igreja, converteu-se ao ler precisamente os versículos citados.

Nestes versos (após discorrer sobre vários temas) Paulo advertiu os cristãos romanos sobre como eles deveriam viver seu cotidiano em uma cidade violenta, corrupta e imoral como Roma. Aqui aprendemos, pelo menos, quatro coisas a respeito do comportamento cristão.

1º) O comportamento cristão é coerente (comportemo-nos com decência, como quem age à luz do dia).

Geralmente as pessoas têm um comportamento de dia, quando todos estão vendo, e têm outro comportamento quando estão sozinhas, no escuro, à noite, escondidas.

É o marido que no trabalho é o mais simpático, mas dentro de casa espanca a esposa; é o filho que com os amigos é o superlegal, mas em casa parece uma cria de Satanás; é a mãe que cuida bem da família, mas se encontra com o amante às escondidas.

Mas o comportamento cristão não é assim. O crente deve sempre agir com decência em todos os lugares e situações como se ele estivesse à luz do dia e todos estivessem vendo.

2º) O comportamento cristão é controlado (não em orgias e bebedeiras).

Quantas pessoas próximas a você estão presas ao álcool ou algum outro vício? Nós percebemos isso nas nossas vidas, nas nossas famílias, nos nossos amigos.

As pessoas se embebedam quando estão felizes. Se embebedam quando estão tristes, tentando buscar alguma fuga no álcool! E se embebedam mesmo sem motivo algum. Excesso de bebida, comida, prazeres. Marcas da nossa cultura.

O comportamento cristão não é assim. O crente não deve se exceder. Ele não deve ir além do que pode ou aguenta. Quando você crê que Jesus morreu pelos seus pecados você recebe uma coisa chamada “domínio próprio”: você tem domínio sobre seu corpo; você tem consciência do que pode e o que não pode. Você sabe que Deus odeia o excesso, o exagero.

3º) O comportamento cristão é puro (não em imoralidade sexual e depravação).

Outro problema que enfrentamos: a sexualidade desenfreada. Especialmente no nosso país onde a cultura é extremamente sensual e erotizada. Até em propaganda de pasta de dente há algum apelo sexual. Querendo ou não, isso atiça os nossos desejos.

Com a internet a pornografia se tornou mais propagada. As crianças são expostas à pornografia com a idade média de 8 anos. O vício da pornografia têm escravizado várias pessoas.

Essa sensualidade afeta também os adolescentes. O sexo casual na adolescência virou uma coisa normal. Hoje os adolescentes iniciam sua vida sexual aos 15 anos e o índice de gravidez na adolescência continua aumentando.

O comportamento cristão não é assim. O crente sabe que o sexo foi criado por Deus e que deve ser desfrutado dentro do casamento. O crente entende que deve fugir da imoralidade sexual, porque isso desagrada a Deus.

4º) O comportamento cristão é amoroso (não em desavença e inveja).

Outro problema que convivemos: violência. É desesperador ligar a televisão no jornal e ver só violência. Pessoas estão sendo mortas por pequenas dívidas.

Mas o que mais preocupa é a violência dentro de casa, no ambiente familiar.  Irmãos, pais, filhos estão brigando, se agredindo, se matando por causa de inveja, ciúme.

Mas o comportamento cristão não é assim. O crente é amoroso. Os mandamentos são “amar a Deus” e “amar ao próximo”. O crente não sai brigando, se vingando, arrumando confusão, porque ele é pacífico.

5º) O comportamento do cristão é semelhante ao de Jesus Cristo. (revistam-se do Senhor Jesus Cristo, e não fiquem premeditando como satisfazer os desejos da carne)

O apóstolo fala que temos que vestir Jesus Cristo. A ideia é que nós temos que tirar a bebedeira, imoralidade sexual, raiva, briga, como nós tiramos uma roupa velha e suja e vestimos uma roupa branca, cheirosa.

É somente por causa de Jesus que podemos negar os desejos pecaminosos. É somente por causa de Jesus que o cristão não fica pensando em como ele pode se entregar ao pecado.

Cristo tem poder pra nos libertar dos vícios, da bebedeira, depravação, briga.

O que você precisa fazer é reconhecer que você peca e confiar totalmente em Jesus: que ele morreu e ressuscitou para te libertar da escravidão dos seus pecados. Quando você faz isso Ele te dá o domínio próprio, ele purifica o seu coração, ele traz paz pra sua casa.

Se você conhece alguém que está preso a algum vício, você precisa falar de Cristo pra essa pessoa. Você precisa pregar o Evangelho pra essa pessoa. Somente Cristo pode nos libertar dos nossos pecados e salvar a nossa vida.

Este é um post de desabafo. Não gosto de escrever com os sentimentos dominando a maioria das palavras. Na maioria das vezes, quando faço isso, me expresso muito mal. Sempre gosto de deixar as coisas muito claras. Essa é uma das razões pela demora em postar alguma coisa neste pequeno blog. Em vista disso, provavelmente serei mal interpretado no que vou dizer.

Temos presenciado uma convulsão moral no nosso país no que tange à homossexualidade, aos conceitos sobre família, à liberdade de expressão, liberdade religiosa etc. Nos últimos acontecimentos, o governo suspendeu a produção e divulgação do chamado “kit anti-homofobia” nas escolas.

Mas não vou falar sobre homossexualidade, conceitos sobre a família, liberdade de expressão ou liberdade religiosa. Creio que isso já está sendo debatido em sites e blogs mais conhecidos e por pessoas mais capacitadas[1]. O que está me incomodando em tudo isso é o comportamento da igreja cristã. E falo isso após avaliar o meu próprio comportamento.

Cristãos têm se movimentado contrários à aprovação do PLC 122/2006 fazendo passeatas, defendendo os valores da família, levantando bandeiras, ressaltando a liberdade de expressão, escrevendo para senadores, assinando manifestos etc.

Vemos no Youtube pastores e padres pregando com a Constituição Federal, demonstrando que o tal projeto de lei é inconstitucional; abrindo a Bíblia e ensinando sobre a criação do homem e da mulher como imagem e semelhança de Deus; mostrando o papel da família no plano divino etc. Tudo muito bonito e válido. Não me entendam mal! Acho que tem que ser feito isso mesmo! A igreja não pode se calar quando vê a sociedade caminhando para a sua própria ruína.

MAS (e aqui eu acho que vou mexer num vespeiro) por que reagir somente quando o nosso direito está correndo perigo? Por que ressaltei o verbo reagir? Porque eu acho que os cristãos estão fazendo justamente isso: apenas reagindo a uma situação na qual poderemos ser prejudicados num futuro próximo. Do jeito que as coisas estão acontecendo, a impressão que tenho é que a igreja está reagindo dessa maneira por medo de uma possível perseguição. Afinal, caso o projeto de lei seja aprovado, seremos presos se pregarmos contra a homossexualidade.

É óbvio que alguns poderão dizer: “Claro que não! Nós apenas estamos demonstrando os valores de Deus para uma sociedade que está se corrompendo! Estamos sendo sal e luz!!”

Espera aí… sinceramente não me lembro (e tenho um sério problema de memória, quem puder me ajude a lembrar!) de nenhuma passeata, que teve algum impacto na mídia, onde os evangélicos se uniram para protestar e exigir uma resolução sobre a situação caótica da saúde pública no Brasil. Não me lembro de nenhuma movimentação e ajuntamento das denominações cristãs levantando bandeiras e denunciando a vergonha e precariedade da educação pública neste país.

Talvez eu esteja muito por fora do que tem acontecido atualmente, mas eu não me recordo de ter visto em algum jornal, canal ou portal de notícias sobre algum grupo cristão ter feito um grande movimento para expressar seu repúdio à corrupção dos nossos representantes políticos. Não me lembro de ter visto algum manifesto de iniciativa cristã, rodando pelos emails, sobre as injustiças sociais, degradação do meio ambiente ou sobre o péssimo sistema carcerário e a situação desumana dos presos (criados à imagem e semelhança de Deus!).

Provavelmente seja ignorância minha, mas não me lembro da igreja cristã brasileira ser pró-ativa nas questões sobre família, sexualidade etc. Aliás, a família, o casamento, os papéis do marido e da esposa, têm sido bombardeados por essa cultura antiDeus há um bom tempo.

Não me lembro dos cristãos serem pró-ativos em outras áreas onde os princípios e os valores de Deus também estão sendo quebrados e deturpados a todo instante.

Creio que os cristãos estão reagindo dessa maneira tão “fervorosa”, porque, no fundo, tudo isso afeta (ou afetará) nossos direitos, nossa comodidade. Nós insistimos em pensar que o Cristianismo refere-se tão somente ao nosso foro íntimo.

Quando pedimos liberdade religiosa e de expressão, será que não estamos gritando: “DEIXEM-NOS EM PAZ!”?

Algumas das reações que vejo são tão escabrosas que apenas revelam preconceitos, chegando à ofensa verbal e discriminação dos homossexuais.

Se o mandamento é amar ao próximo, por que não ser ativo e demonstrar esse amor pregando o Evangelho aos homossexuais? Por que a igreja, por exemplo, não se organiza para ir a uma passeata gay para distribuir folhetos evangelísticos e falar sobre a mensagem da cruz?

A missão principal da igreja é pregar a “Cristo crucificado, escândalo para os judeus, loucura para os gentios”, mas “poder de Deus e sabedoria de Deus” (1Co 23-24; cf. Mt 28.19-20). Como disse o apóstolo: o evangelho “é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê” (Rm 1.16).

Deixe-me dizer outra vez: creio que essas manifestações pacíficas SÃO legítimas e devem ser feitas! Mas não devemos apenas reagir e apontar os erros da sociedade e da cultura. Também devemos agir e proclamar a salvação em Cristo. Não devemos somente apontar a queda do homem. Também devemos mostrar a graça redentora de Deus! Isso o Estado não pode fazer. Deus deixou essa responsabilidade com a Igreja. O evangelho não tem só o poder de redimir pessoas, mas também a cultura[2]. Devemos fazer essas coisas, sem omitir aquelas.

Deixe-me esclarecer outra coisa: não estou defendendo a causa dos homossexuais. Sou contrário ao PLC 122/2006? SIM! Homossexualidade é pecado? SIM!! E esse comportamento moral (dentre outros) é uma das evidências da ruína do ser humano quando ele se coloca no lugar do Criador (cf. Rm 1.18-32). Todo aquele que crê que a Bíblia é a Palavra inspirada por Deus não pode fugir ou relativizar essa verdade. No entanto, o fato de serem pecadores não anula o preceito de demonstrar amor por eles sendo misericordiosos, e não os discriminando; sendo pacificadores, e não os execrando. Por quê? Porque Deus fez assim conosco e devemos refletir aquilo que Ele é (1Pe 1.15-16). Éramos inimigos de Deus, merecedores de Sua ira, mas Ele nos reconciliou consigo mesmo mediante a morte do seu Filho (cf. Rm 5.8-11).

Pergunta provocadora: será que todas essas manifestações dos cristãos realmente demonstram um amor pelas almas perdidas e o desejo de vê-las aos pés da cruz? Ou será que estamos tão somente preocupados com nós mesmos?


[1] Confira, por exemplo, em http://tempora-mores.blogspot.com e as excelentes mensagens sobre família disponíveis no site da Comunidade Chácara Primavera.

[2] Sobre esse assunto recomendo a leitura do excelente livro PEARCEY, Nancy. Verdade Absoluta: libertando o cristianismo do seu cativeiro cultural. Rio de Janeiro: CPAD, 2006.

Revival!

Finalmente! Atualizei o blog! Mudei o cabeçalho! Foi mais rápido que imaginei! Só não mudei o leiaute, porque não achei nenhum que gostasse… o cabeçalho também não ficou assim uma perfeição, mas minhas habilidades criativas e photoshópicas são terríveis. Mas já é um incentivo para eu manter o blog atualizado! De qualquer maneira, acho que ficou mais clean.

O que significa a figura do cabeçalho? Do lado esquerdo está a palavra “Deus” em hebraico (representando o Antigo Testamento) e do lado direito está escrito “Deus é amor” em grego (representando o Novo Testamento). Tentei mostrar que Jesus Cristo (representado pela cruz) é o centro das Escrituras.

Pretendo postar pelo menos uma ou duas vezes na semana. Nem que seja a recomendação de algum livro! Pretendo postar também a conclusão dos estudos sobre unção (não achei que seria tão difícil!!) e começar outra série de reflexões.

Enfim… domingo (28/5/11) postarei o primeiro post dessa “nova” fase.

Reforma…

Estou com várias ideias para séries de estudos, reflexões em textos bíblicos, recomendações de livros, enfim… várias coisas para postar, mas estou trabalhando em um novo cabeçalho para o blog (aquela figura que fica logo acima) e queria mudar um pouco o leiaute… Talvez na próxima semana já tenha algo pronto!

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